CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Produto tradicional proveniente do fraccionamento da carne do lombo e do lombelo do porco*, temperada com sal, alho e vinho tinto ou branco de Trás-os-Montes e envolvida em banha do mesmo porco. Têm forma paralelepipédica, tomando a banha que os recobre a forma do recipiente em que são colocados. A cor da assadura é castanha destacando-se da cor da banha, bastante clara embora não branca. Sabor e aroma muito agradáveis, misto de carne e banha. * Em todos os produtos, por porco deve entender-se “porco da raça Bísara ou produto de cruzamento desta raça, (desde que 50% de sangue Bísaro)”
Cariopse desencasulada da planta Oryza sativa L., subespécie Japónica, proveniente da variedade Aríete 2ª Geração, devidamente seco, descascado, branqueado e polido. Apresenta baixa relação amilose/amilopectina, elevada capacidade de absorção de água e de moléculas aromáticas dos condimentos.
A azeitona verde, carnuda, é tratada pelo sal durante vários meses, ficando com um aspecto enrugado (desidratada) e escuro. Apresenta-se em potes de barro, cortiços de abelhas ou canastras de vime.
4 Peras Rocha de calibre 45 (mais pequenas e mais doces) envolvidas numa calda de vinho tinto com açúcar e especiarias e apresentadas dentro de um frasco de vidro. O seu aroma é frutado com notas de especiarias. O seu sabor é rico, deixando na boca uma sensação quente e robusta devido à envolvência da pera com o vinho e as especiarias.
Enchido tradicional, fumado, à base de carne (lombo e lombinho) de porco de raça bísara, ou do cruzamento desta raça (desde que 50% de sangue Bísaro), cheio em tripa grossa de porco. As carnes, cortadas em cubos, são condimentadas com sal, alho, vinho tinto ou branco da região, colorau doce e/ou picante e louro. Cilíndrico, de forma recta e cor avermelhada escura. Ao corte apresenta cor vermelha viva, de tonalidade não homogénea, e a massa apresenta-se bem ligada. Sabor agradável, muito característico, sensação de sal muito ténue e aroma agradável ligeiramente fumado.
O pão de Ul/pada de Ul é um pão de trigo tradicional obtido manualmente por união de dois pequenos pedaços de massa arredondados. A pada é feita da união de dois pequenos pedaços de massa, arredondados e quando se juntam duas padas, em forma de quadrado grosseiro, diz-se que se formou uma "carreira". Este é um pão bem cozido, de cor homogénea, com pouco sal e ausência de cores, aromas e sabores desagradáveis. Apresenta uma côdea ligeiramente dura e pouco crocante, um miolo macio e pouco elástico com alvéolos de tamanho médio. Todo o processo é efectuado de forma tradicional ou de base tradicional, sendo as padas cozidas em fornos de lenha.
Possui as características que permitem qualificá-lo como azeite virgem extra e azeite virgem nos termos da Regulamentação Comunitária.É obtido por processos mecânicos, a partir de azeitonas com elevada percentagem da variedade Galega sendo toleradas as variedades Carrasquenha, Redondil, Azeiteira, Cobrançosa, Blanqueta e outras regionais, em percentagens máximas fixadas, sendo interdita a Picual.
Rabanadas feitas com Arrufada de Coimbra fritas em óleo depois de passadas em leite e ovo. Posteriormente são polvilhadas com açúcar e canela. Peso/calibre: cerca de 100g Aspeto exterior: Amarelo acastanhado típico da fritura e polvilhado com açúcar e canela Aspeto interior: Bolo lêvedo de cor branco sujo ou amarelecida devido à adição da canela mas humedecido pela calda de leite Consistência: branda e húmida Textura: Branda com sensação areada típica do polvilhado com açúcar e canela Cor: amarelo acastanhado típico da fritura e do polvilhado com açúcar e canela Aroma: a fritos de natal com apontamentos de canela e manteiga da Arrufada Sabor: doce, com apontamentos da fritura, predominando no exterior o sabor a canela
Produto resultante da mistura homogénea do açúcar branco com o mesocarpo cozido de marmelos criteriosamente seleccionados e em pleno estado de maturação e sanidade, colhidos na época própria. Sem corantes nem conservantes. De cor âmbar claro, brilho bastante intenso, consistência firme e cheiro frutado. Apresenta-se em taça de porcelana de 250gr ou 500gr, devidamente fechadas e rotuladas. Também se apresenta em sacos de celofane transparente com cubos embalados individualmente em papel vegetal, perfazendo uma capacidade de 250 gr.
Por definição as ervas aromáticas, ou ervas de cheiro como também são popularmente conhecidas, são plantas, de pequenas dimensões, em geral, e muito odoríferas das quais são utilizadas principalmente as folhas, secas ou frescas, Já as especiarias - não confundir com as ervas aromáticas - são produtos vegetais de aroma muito intenso, tais como rebentos, frutos, bagas, raízes ou cascas - normalmente utilizadas secas e reduzidas a pó. Relativamente à planta aromática em questão, há uma grande variedade de tomilhos com sabores e aromas diferenciados. Mas o tomilho comum (Thymus vulgaris), fresco ou seco, e por se tratar de uma planta com sabor muito agradáve, é a variedade, normalmente, mais utilizada na culinária. Trata-se de um subarbusto com folhas pequenas, lineares ou lanceoladas, e flores róseas ou esbranquiçadas. O aroma do tomilho é muito subtil e bastante seco. Tem um sabor um pouco doce, com leves toques mentolados. Os tons quentes e apimentados adicionam profundidade ao perfil geral do sabor desta erva, com uma leveza que muitas vezes só é detectável por palatos muito apurados ou quando o tomilho é usado em grandes quantidades.