CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Broa de mel e noz que se apresenta achatada e com cor tostada. Sentem-se frutos secos e as ervas aromáticas. Na sua textura as broas apresentam alguma humidade.
Pequenas esferas de chocolate recheadas com calda e pedaços de pêra bêbeda. A cobertura de chocolate, mais amarga, contrasta com o doce da calda e dos pedaços da pêra bêbeda. Este produto resulta numa combinação perfeita que satisfaz os apreciadores de trufas.
Pão tradicional transmontano, obtido a partir da amassadura de farinha de centeio, água, sal e levedura, cozido em forno de lenha.
As azeitonas apresentam-se ao natural, em água, retalhadas, com sabor a orégãos, louro e sal. Na embalagem podem-se encontrar alguns dos temperos misturados com as azeitonas.
Queijo curado, de fabrico artesanal, obtido por esgotamento lento da coalhada, após coagulação do leite cru estreme de ovelhas da raça Churra da Terra Quente (terrinchas) por acção de coalho de origem animal.
A Presa de Porco Alentejano é a peça de carne fresca mais nobre do porco. Trata-se de uma peça com um alto teor de infiltrado de gordura que, quando grelhada lhe confere um sabor e uma textura únicos. Forma: folha de couve; Dimensões: 18x12; Peso/calibre: 600gr / fatiado - 125gr; Aspeto: Suculento e marmoreado; Aspeto ao corte: Suculento e marmoreado; Consistência: muito suculenta e tenra; Textura: macia e suculenta; Cor: rosa escuro e leve marmoreado de branco; Aroma: agradável; Sabor: característico
Produto agri-doce resultante da mistura de pimentos amarelos, vermelhos, verdes, laranja, pepino em rodelas e cebolas pequeninas – tudo de produção biológica própria - que depois de desidratados são fervidos durante um minuto numa calda de vinagre de fruta, açúcar e várias especiarias
Carne proveniente de animais da raça Jarmelista, inscritos no Livro Genealógico da Raça Jarmelista, nascidos e criados na área geográfica delimitadade. De cor rosa/rosa escura a vermelha/vermelha escura, apresenta consistência firme e ligeiramente húmida, com gordura firme, não exsudativa e de coloração variável de branco a amarelo, distribuída homogeneamente. Dependendo da idade e peso ao abate, a carne distingue-se em: "Vitela/o", "Vitelão", “Novilha/o”, “Vaca” e “Touro”.
Produto tradicional da Região Autónoma da Madeira obtido a partir da amassadura de farinha de trigo, batata-doce (Ipomoea batatas L.), fermento de padeiro e/ou “massa lêveda”, água e sal e cozido em forno de lenha. Tem formato arredondado podendo, no caso particular da zona de São Vicente, apresentar a forma de trança ou rosca, detendo o nome de «rosquilha». Apresenta uma cor heterogénea, variando com a zona de produção e/ou produtor, mas sempre na paleta dos castanhos, podendo apresentar manchas brancas de salpicado da farinha, crosta mais ou menos espessa e bem aderente ao miolo, sendo, em geral, a textura interna constituída por um miolo denso, com alvéolos irregulares, elástico e macio no paladar e cor de creme a amarelo “sujo”, consoante a proporção de batata-doce que integra a massa. A batata-doce imprime à massa do produto características sápidas e de aroma inconfundíveis.
Carne de cor rosa escura a vermelha escura com gordura firme, não exsudativa e de coloração variável de branco a amarelo, obtida a partir de animais de Raça Alentejana, inscritos no Livro de Nascimento e filhos de pais e mães inscritos no Livro Genealógico da Raça Bovina Alentejana, criados em sistema extensivo. Dependendo da idade e peso ao abate, a carne distingue-se em: "Vitela", "Vitelão", “Novilha”, “Novilho”, “Vaca” e “Touro”.