CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Produzido com laranjas frescas, cujo “vidrado” da casca ficará em maceração em álcool por um longo período de tempo. O teor alcoólico deste licor é de 22%.
Forma redonda e achatada, fruto de calibre médio a grande, cor verde com tonalidades amarelo, laranja e acastanhado, cheiro intenso a maçã, muito aromática, simultaneamente doce e com elevada acidez, a polpa apresenta cor pérola a amarelada e é bastante consistente. Produzida junto ao mar (litoral de Sintra), em solos arenosos sem porta-enxertos, e em solos argilosos enxertadas, as macieiras são de elevado a médio porte e apresentam bastante vigor. A maturação ocorre durante o mês de setembro e o poder de conservação é elevado.
Trata-se de um mel produzido pela abelha local - apis melífera (sp ibérica). O néctar é recolhido a partir da floração predominante na região - o rosmaninho. Apresenta um tom claro, característico da flora que serve de pasto às abelhas. É um mel bastante viscoso, translúcido e com uma ligeira adstringência própria do néctar de rosmaninho.
Produto resultante da mistura homogénea do açúcar branco com o mesocarpo cozido de marmelos criteriosamente seleccionados e em pleno estado de maturação e sanidade, colhidos na época própria. Sem corantes nem conservantes. De cor âmbar claro, brilho bastante intenso, consistência firme e cheiro frutado. Apresenta-se em taça de porcelana de 250gr ou 500gr, devidamente fechadas e rotuladas. Também se apresenta em sacos de celofane transparente com cubos embalados individualmente em papel vegetal, perfazendo uma capacidade de 250 gr.
A Couve Penca de Chaves, também conhecida por Couve Tronchuda ou Couve Troncha, é a parte comestível (pé, folhas, olho) da Couve Portuguesa – Brassica oleracea variedade tronchuda. Esta couve é uma planta de tamanho grande, de caule grosso a médio longo, com cicatriz foliar grande, com 10 a 12 folhas grandes de pecíolo e folha grande de forma arredondada, elíptica ou reniforme, de cor verde a verde clara, com margem sub-inteira ou crenada, de muitas nervuras brancas em ambas as paginas.
Queijo curado, de leite cru, de ovelha e cabra, com crosta de cor branca a amarelo palha uniforme, lisa, seca ou ligeiramente untuosa e de pasta semi-dura a dura, sem olhos ou com olhos muito pequenos e irregulares com humidade entre 52 a 60% e conteúdo de matéria gorda de 45%. A massa tem cor branca mate e textura firme. Apresenta-se com uma forma cilíndrica, sendo o diâmetro de 10 a 12 cm e a altura de 3,3 a 4,2 cm. O peso varia de 300 a 500 g.
Enchido feito à base de arroz, carnes de caprino, ovino e suíno, chouriço e presunto, cortados em fragmentos muito pequenos e temperados com sal, alho, vinho e ervas aromáticas (serpão e ou hortelã). Tem aroma e sabor muito específicos decorrentes da mistura dos ingredientes e dos condimentos. Tem cor clara, ligeiramente amarelada, consistente e firme, invólucro sem roturas e bem aderente à massa, com distribuição irregular dos pedaços de carne e um peso aproximado de 250 a 350 g. De formato cilíndrico, com diâmetro compreendido entre 6 e 10 cm e comprimento de 10 a 15 cm. O seu invólucro é tripa sintética cozida manualmente numa extremidade e fechada com nó, palito e serpão na outra. Tendo sido submetido a uma cozedura adequada, recomenda-se que seja fervido em água aproximadamente durante 5 a 10 min. antes do consumo. Constitui em si mesmo uma refeição, sendo muito apreciado quando consumido com grelos ou couves cozidas ou com uma salada fresca
Bombons de fabrico totalmente artesanal. As “cápsulas” de chocolate, preparadas a partir de puro chocolate belga (considerado um dos melhores do mundo), são quadradas e cheias com um recheio elaborado com laranjas nacionais frescas.
Produto tradicional da Região Autónoma da Madeira obtido a partir da amassadura de farinha de trigo, batata-doce (Ipomoea batatas L.), fermento de padeiro e/ou “massa lêveda”, água e sal e cozido em forno de lenha. Tem formato arredondado podendo, no caso particular da zona de São Vicente, apresentar a forma de trança ou rosca, detendo o nome de «rosquilha». Apresenta uma cor heterogénea, variando com a zona de produção e/ou produtor, mas sempre na paleta dos castanhos, podendo apresentar manchas brancas de salpicado da farinha, crosta mais ou menos espessa e bem aderente ao miolo, sendo, em geral, a textura interna constituída por um miolo denso, com alvéolos irregulares, elástico e macio no paladar e cor de creme a amarelo “sujo”, consoante a proporção de batata-doce que integra a massa. A batata-doce imprime à massa do produto características sápidas e de aroma inconfundíveis.
O Vinagre apresenta uma cor amarelo claro. Este é límpido, com flores de Sabugueiro em infusão e o aroma é complexo com notas ácidas a flores de sabugueiro e mel. Ao paladar é agridoce com notas agradáveis a mel e flor de sabugueiro.