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Presunto de Santana da Serra

Presunto obtidos a partir de pernis (membros posteriores) de porcos de raça alentejana (exceptuando reprodutores), com regras particulares de maneio, abatidos entre os 12 e os 24 meses, inscritos no Livro Genealógico Português de Suínos - Secção Raça Alentejana. Forma arredondada com courato externo, conservando a extremidade podal (unha). Ao corte apresentam cor vermelho escuro, com infiltração de gordura intramuscular, brilhante, branca-nacarada. Textura pouco fibrosa. Aroma agradável a «montanheira».

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ERVA PRINCIPE BIO (Infusão) - MPB

Muitas vezes referimo-nos a chás, infusões e tisanas como se fossem a mesma coisa mas na realidade estas bebidas apresentam diferenças importantes tanto a nível dos seus ingredientes como a nível das suas propriedades e benefícios sobre o nosso corpo. Entende-se por infusão toda a bebida feita a partir da imersão de uma planta aromática em água quente, com o intuito de lhe extrair substâncias activas. No caso, em questão, trata-se de uma infusão feita a partir das folhas secas de Erva-Príncipe obtidas em Modo Produção Biológica (MPB). A Erva-Príncipe (Cymbopogon citratus) - que os franceses designam por “citronnelle” e os ingleses por “lemongrass” - possui folhas lineares alongadas e lanceoladas em forma de lâmina. As margens das folhas são ásperas e cortantes. O constituinte principal desta erva é um óleo essencial denominado citra, que é também encontrado no lmão e na laranja, e que ajuda a sintetizar a vitamina A. Entre as várias utilizações desta planta destacam-se as infusões feitas a partir das suas folhas, secas ou mesmo frescas. Esta infusão, plena de benefícios para a saúde, apresenta um fantástico aroma fesco a limão e um delicioso sabor citríco que deixa, durante algum tempo, uma agradável sensação de frescura na boca.

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PRESUNTO DE VINHAIS OU PRESUNTO BÍSARO DE VINHAIS - IGP

Obtido a partir das pernas de porcos Bísaros, adultos, machos (excluindo os inteiros) ou fêmeas, abatidos com idade entre 9 e 18 meses, inscritos no respectivo Registo Zootécnico. Tem o formato próprio da perna deste porco, comprida e alongada, com a extremidade podal. Apresenta, no local do corte, coloração vermelho acastanhada reveladora do tratamento pela mistura de colorau com azeite e da fumagem. Ao corte apresenta cor rosa a vermelho escuro e gordura de cor branca, nacarada e brilhante. Sabor agradável, salgado e fumado e aroma ligeiramente fumado.

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PÃO DE UL/PADA DE UL - MCA

O pão de Ul/pada de Ul é um pão de trigo tradicional obtido manualmente por união de dois pequenos pedaços de massa arredondados. A pada é feita da união de dois pequenos pedaços de massa, arredondados e quando se juntam duas padas, em forma de quadrado grosseiro, diz-se que se formou uma "carreira". Este é um pão bem cozido, de cor homogénea, com pouco sal e ausência de cores, aromas e sabores desagradáveis. Apresenta uma côdea ligeiramente dura e pouco crocante, um miolo macio e pouco elástico com alvéolos de tamanho médio. Todo o processo é efectuado de forma tradicional ou de base tradicional, sendo as padas cozidas em fornos de lenha.

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COVILHETE DE VILA REAL

Covilhete de Vila Real é um pastel de carne, com peso aproximado de 50g a 60g, recheado com um picado feito maioritariamente à base de carne de vaca estufada. O covilhete tem forma tronco-cónica feita com massa folhada, a qual é tapada superiormente também com massa folhada com enrolado helicoidal característico deste produto. A massa é crocante e estaladiça, e o recheio é macio e granuloso, onde se notam os pedaços da carne picada que podem estar ligados por um ligeiro creme espesso resultante da mistura das gorduras com a farinha. No odor destaca-se a massa folhada que contrasta levemente com os aromas do recheio. O seu sabor resulta da mistura da massa folhada com o recheio onde se destacam os sabores característicos do alho e da cebola, da gordura e da carne e com um leve toque de salsa.

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FIGO DE TORRES NOVAS

O Figo é o fruto da Figueira – Ficus carica L. Na Região de Torres Novas predominam duas variedades diferentes: Preto de Torres Novas e Pingo de Mel. A denominação FIGO DE TORRES NOVAS cobre exclusivamente os figos frescos ou secos das duas variedades referidas: preto de Torres Novas e Pingo de Mel. Estes nomes podem ainda ser complementados com a expressão “lampos” ou “temporões” para os figos frescos colhidos em Maio/Julho e “vindimos” para os figos frescos produzidos em Agosto/Setembro. Globalmente, o figo de Torres Novas é um fruto de sabor doce característico, muito rico em fibras e minerais como o cálcio, magnésio e potássio. Caracteriza-se ainda por conter teores razoáveis de vitaminas C, B1 e B2. O seu valor calórico (80 calorias/100g) elege-o como um bom alimento energético. O figo Preto de Torres Novas, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de pequeno calibre e arredondado. A epiderme é totalmente violácea, lisa, baça, com pouco polvilho e com fendilhamento irregular pouco marcado. Estes figos apresentam um elevado teor em açúcar. Maturação na 1ª quinzena de Junho. O figo Pingo de Mel, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de calibre médio, a epiderme é verde-amarelada e é muito resistente ao transporte. Esta variedade produz normalmente uma gota de sumo no ostíolo do figo maduro que se assemelha a um pingo-de-mel e impede a passagem de insectos ou fungos para o interior do figo. Maturação na 1ª quinzena de Agosto. O figo de Torres Novas tem dupla aptidão e pode ser comercializado em fresco ou em seco.

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