CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Pequenos biscoitos de massa compacta e crocante. Apresentam uma mescla de tons de castanho claro e aroma intenso a canela.
Doce composto por um invólucro, em forma de “cartucho” ou cone, de massa fina e estaladiça, com bordos irregulares na extremidade superior sendo o recheio, de doce de ovos com amêndoa, bem visível. Tanto o cartucho como o recheio apresentam cor heterogénea, podendo a do cartucho variar entre o bege e o castanho claro e a do recheio variar entre o amarelo-torrado e o laranja, pigmentado com amêndoa de tonalidades entre o bege e o castanho claro. O cartucho apresenta aroma e sabor característico onde se evidência a manteiga e a amêndoa, complementado pelo recheio onde predominam um aroma e sabor complexos, a ovo, cozido em açúcar, e a amêndoa.
Bombons de molde de 14 g., em forma de coração, feitos de forma artesanal, com cobertura de puro chocolate negro - 58,2% de pasta de cacau - e recheio feito com uma base de chocolate branco, onde se mistura caramelo e "flor de sal de Castro Marim". No inicio, quando se trinca o bombom, o sabor do chocolate negro impõe-se. De seguida surge o sabor persistente do caramelo e logo de seguida o sabor a sal, numa harmonia perfeita.
Bombons de fabrico totalmente artesanal. As “cápsulas” de chocolate, preparadas a partir de puro chocolate belga (considerado um dos melhores do mundo), são quadradas e cheias com um recheio elaborado com laranjas nacionais frescas.
O Figo é o fruto da Figueira – Ficus carica L. Na Região de Torres Novas predominam duas variedades diferentes: Preto de Torres Novas e Pingo de Mel. A denominação FIGO DE TORRES NOVAS cobre exclusivamente os figos frescos ou secos das duas variedades referidas: preto de Torres Novas e Pingo de Mel. Estes nomes podem ainda ser complementados com a expressão “lampos” ou “temporões” para os figos frescos colhidos em Maio/Julho e “vindimos” para os figos frescos produzidos em Agosto/Setembro. Globalmente, o figo de Torres Novas é um fruto de sabor doce característico, muito rico em fibras e minerais como o cálcio, magnésio e potássio. Caracteriza-se ainda por conter teores razoáveis de vitaminas C, B1 e B2. O seu valor calórico (80 calorias/100g) elege-o como um bom alimento energético. O figo Preto de Torres Novas, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de pequeno calibre e arredondado. A epiderme é totalmente violácea, lisa, baça, com pouco polvilho e com fendilhamento irregular pouco marcado. Estes figos apresentam um elevado teor em açúcar. Maturação na 1ª quinzena de Junho. O figo Pingo de Mel, quando produzido nesta região e no estado de maturação adequado para consumo, é de calibre médio, a epiderme é verde-amarelada e é muito resistente ao transporte. Esta variedade produz normalmente uma gota de sumo no ostíolo do figo maduro que se assemelha a um pingo-de-mel e impede a passagem de insectos ou fungos para o interior do figo. Maturação na 1ª quinzena de Agosto. O figo de Torres Novas tem dupla aptidão e pode ser comercializado em fresco ou em seco.
A Special Strong Lager de cor dourada e espuma cremosa marfim é o produto premiado da Cerveja Xarlie. Ostenta um perfil elegante e um equilíbrio harmonioso entre as notas de malte, os aromas cítricos e frutos de pomar provenientes dos nobres lúpulos europeus. Num flute, bem fresca, é ideal para acompanhar uma refeição ou simplesmente degustar num final de tarde com amigos.
Enchido tradicional à base de carne gorda e sangue de porco e condimentado com azeite, vinho, cominhos salsa e sal. Tem forma de ferradura, sem saliências, e apresenta cor negra acastanhada e consistência firme. Ao corte apresenta uma massa heterogénea, de aspecto grumoso e bem ligada, com invólucro (constituído por tripa fina de porco) sem roturas e aderente à massa.
Carne muito suculenta e de grão fino, obtida a partir de porcos de raça Alentejana, abatidos entre os 8 e os 14 meses, inscritos no Livro de Nascimentos e filhos de pai e mãe inscritos no Livro Genealógico português de Suínos – secção raça Alentejana. A cor varia entre o rosa pálido e rosa escuro, consoante a idade do animal, com gordura brilhante, firme, não exsudativa embora, por vezes, excessiva à superfície das carcaças e de coloração branca. Carne extraordinariamente saborosa, decorrente da alimentação da animal à base de bolota e erva, livremente pastadas nos montados de sobro e azinho do Alentejo e regiões circundantes.
Fatias de pão de ló regadas por açúcar e posteriormente cobertas com doce de ovos e canela. Apresenta uma textura aveludada com uma consistência suave e um sabor doce e aromático a canela.
Folhas secas de lúcia-lima/limonete, para preparação de infusões.