CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Licor elaborado a partir de Rum da Madeira, fabricado num muito antigo Engenho da Calheta e de ervas aromáticas provenientes da Quinta Pedagógica dos Prazeres. As ervas aromáticas são cultivadas na Quinta Pedagógica dos Prazeres, de forma natural, sem utilização de agro-químicos. Tendo como únicos ingredientes Rum da Madeira, ervas aromáticas e açúcar, este licor tem alto teor alcoólico, cor ambarina, aroma floral com um toque de caramelo e sabor adocicado e aromático, com final de boca prolongado.
O pastel de feijão de Torres Vedras é um bolo de pastelaria, doce, de pequeno formato e cozido (assado) no forno. O recheio, localmente conhecido como “espécie”, é composto por feijão branco, miolo de amêndoa pelada, gemas de ovo, açúcar branco e água. A fina massa envolvente ( conhecida localmente como a "forra" ou "capa" ou ainda "lençol") tem como constituintes farinha de trigo, água, manteiga ou gordura vegetal e sal. À prova, sente-se a capa, quebradiça e estaladiça, mas não folhada, envolvendo delicadamente o recheio, sem o abafar. O sabor da amêndoa é persistente, sendo o último a desaparecer do paladar após a ingestão
sementes de fruto de casca rija. Apresentam-se inteiras, sãs, em bom estado de desenvolvimento, limpas, com cor, odor e sabor característicos, isentas de matéria estranha, insectos, ácaros ou bolores ou humidade exterior. As características morfológicas e químicas das amêndoas são diferentes conforme a variedade, existindo uma grande variedade de amêndoas adaptadas a esta região.
“Borrego Serra da Estrela” são as carcaças refrigeradas, obtidas a partir de animais da raça Bordaleira Serra da Estrela, filhos de pai e mãe incritos no Livro Genealógico da raça O abate dos animias é feito até aos 30 dias de vida, com um peso vivo até 12 Kg. É uma carne particularmente macia e saborosa, de paladar muito suave, com gordura intersticial e subcutânea bem distribuída.
Este produto é conhecido por pão de ló de Margaride ou por pão leve de Margaride ou por rosca de Margaride. É um bolo tradicional, de textura muito suave, feito apenas com ovos frescos (gemas), açúcar, farinha e sal marinho. Depois de muito bem batida a massa é colocada em formas de barro, forradas com papel almaço e vai a cozer em forno a lenha. Tem forma redonda com um orifício e a superfície exterior superior tem um abaulamento característico. O seu interior apresenta uma cor amarelo ouro e o seu exterior uma tonalidade acastanhada. O nome pão leve decorre do facto de o pão de ló ser mais leve, proporcionalmente, do que o pão comum. O nome “rosca” deve ser proveniente do facto de em tempos anteriores os produtores de pão de ló serem, também, produtores de pão em forma de regueifa ou rosca.
Mel produzido pela abelha Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) de cor âmbar claro (< a 5 na escala de Pfung) e com elevado índice de cristalização. Produzido no Nordeste do país, com flora mediterrânica característica da região montanhosa continental, onde predomina o rosmaninho, a urze e a soagem (Lavanda stoechas, Lavandula pardarculata, Genista alba), etc. Teor de pólen de rosmaninho (Lavanda stoecha e Lavanda padarculata) > 15 %, em situação de predominância. Se tiver mais de 35 % de pólen de rosmaninho, pode usar a menção "Mel de Rosmaninho”.
Mel produzido pela abelha da espécie Apis mellifera Iberica, de nectários florais da flora espontânea regional (Lousã e zonas limítrofes). Cor âmbar ou âmbar escuro quase negro e alta viscosidade. Sabor forte, com alguma adstringência, devido ao néctar das urzes. Cristaliza a temperaturas baixas, apresentando uma textura média regular com redução da intensidade de coloração.
Maçã com características organolépticas especiais, resultante das condições edafo-climáticas da respectiva região de produção. As variedades predominantes são a Golden Delicious, Red Delicious e Jersey Mac.
Mel produzido pela abelha Apis mellifera (sp. Iberica), definido em quatro sub-tipos: - Mel do Ribatejo Norte - Produzido na sub-região ecológica da Serra d'Aire: cor clara (entre 2,5 e 6 na escala de Pfund), produzido pela abelha Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) a partir de néctar de flores cheiro e sabor floral (labiadas), pólen de Rosmarinus, Lavandula e Mentha (no total 15 %); - Mel do Ribatejo Norte - produzido na sub-região ecológica da Albufeira de Castelo de Bode: cor clara ( 6 na escala de Pfund), com cheiro e sabor floral (ericáceas), pólen de Ericaceas (E. Arborea, E. Umbellata, E.lusitanica, E.australis, Calluna, Arbustus unedo) (no total 10 %), Mirtus, Viburnum, Rubus, Castanea, Cistaceae, Rahmnus e Jasione montana (no total 20 % ); - Mel do Ribatejo Norte - Produzido na sub-região ecológica do Bairro: cor variável (entre 1 e 8 na escala de Pfund), com cheiro e sabor floral (soagem e cardo), pólen de Echium ( 15 %), Rubus, Trifolium, Compositae, liguliflorae e Cruciferae (no total 15 %); - Mel do Ribatejo Norte - produzido na sub-região ecológica do Alto Nabão: cor variável (entre 6 e 11 na escala de Pfund), com cheiro e sabor floral (eucalipto), pólen de Eucalyptus ( 15 %), Echium, Compositae liguflorae e Crucíferae (no total 15 %).
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha