CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Esta alheira apresenta a massa perfeitamente ligada de aspecto pastoso, cor amarelo acastanhado, com cheiro e sabor às carnes presentes.
O pastel de feijão de Torres Vedras é um bolo de pastelaria, doce, de pequeno formato e cozido (assado) no forno. O recheio, localmente conhecido como “espécie”, é composto por feijão branco, miolo de amêndoa pelada, gemas de ovo, açúcar branco e água. A fina massa envolvente ( conhecida localmente como a "forra" ou "capa" ou ainda "lençol") tem como constituintes farinha de trigo, água, manteiga ou gordura vegetal e sal. À prova, sente-se a capa, quebradiça e estaladiça, mas não folhada, envolvendo delicadamente o recheio, sem o abafar. O sabor da amêndoa é persistente, sendo o último a desaparecer do paladar após a ingestão
Posta retirada da alcatra do animal, tenra, suculenta com cor avermelhada.
Leitões abatidos com idade máxima de seis semanas, abertos ao meio, sendo as carcaças temperadas com sal e com uma mistura de vinho branco, pimentão picante, alho, louro e pimenta preta moída, posto o que são assadas em fornos de lenha.
Bombons de fabrico totalmente artesanal. As “cápsulas” de chocolate, preparadas a partir de puro chocolate belga (considerado um dos melhores do mundo), são quadradas e cheias com um recheio elaborado com laranjas nacionais frescas.
Azeite de baixa a muito baixa acidez, de cor amarela esverdeada. As variedades de azeitona empregadas no seu fabrico são a Verdeal Transmontana, Madural, Cobrançosa e Cordovil. Tem excelentes características que permitem a sua qualificação como azeite virgem e virgem extra nos termos da Regulamentação Comunitária.
Trata-se de um mel produzido pela abelha local - apis melífera (sp ibérica). O néctar é recolhido a partir da floração predominante na região - o rosmaninho. Apresenta um tom claro, característico da flora que serve de pasto às abelhas. É um mel bastante viscoso, translúcido e com uma ligeira adstringência própria do néctar de rosmaninho.
Com uma cor amarela, brilhante e cristalina, na boca há uma explosão de limão fresco ligeiramente amargo com um final de boca longo e persistente do limão colhido fresco às primeiras horas da manhã no pomar da Casa de Encosturas onde são produzidos segundo o modo de produção biológica. Este licor tem tendência a acentuar o seu sabor com a idade. Todo o processo de produção é verdadeiramente artesanal. Teor alcoólico: 24%.
Enchido feito à base de carnes de galo e de suíno, temperadas e cozidas, pão de trigo regional (embebido na calda de cozedura das carnes) e azeite virgem da região.
Azeite extraído por processos mecânicos dos frutos da Olea europea sativa Hoffg, das variedades Galega Vulgar (mínimo de 60 %), Cordovil de Serpa e/ou Cobrançosa (máximo de 40 %), tolerando-se outras variedades num máximo de 5 %, com exclusão absoluta de Picual e Maçanilha. Possui as características que permitem qualificá-lo como azeite virgem extra e azeite virgem nos termos da Regulamentação Comunitária.