CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Carne muito saborosa e suculenta, de consistência firme e ligeiramente húmida, obtida a partir de animais da Raça Mirandesa criados no seu solar de origem. A cor vai de rosa clara a vermelha clara, com gordura branca homogeneamente distribuída, com distribuição intramuscular moderada no novilho. O músculo é de grão fino, com consistência firme e ligeiramente húmida. Provém de Bovinos da raça Mirandesa que possuem grande corpulência, com uma cor castanha que vai escurecendo para as extremidades. Na cabeça destaca-se a marrafa saliente e coberta com um tufo de pêlos alourados. Têm particular reputação duas peças integrantes destas carcaças e que estão protegidas pela Denominação de Origem: a Posta e o Rodião, que só podem designar-se como “Mirandeses” se cumpridas todas as regras e imposições legais.
Produto tradicional fumado constituído pela cabeça de porco*, com um período de salga de 15-30 dias e de fumagem e secagem de 20-30 dias. Tem cor castanha clara e a forma da cabeça inteira de porco (com ossos) cortada longitudinalmente pela parte inferior e espalmada ou metade da cabeça de porco, cortada no sentido longitudinal e espalmada. Sabor intenso a fumo e muito salgada. * Em todos os produtos por porco deve entender-se “porco da raça Bísara ou produto de cruzamento desta raça, (desde que 50% de sangue Bísaro)”
Forma redonda e achatada, fruto de calibre médio a grande, cor verde com tonalidades amarelo, laranja e acastanhado, cheiro intenso a maçã, muito aromática, simultaneamente doce e com elevada acidez, a polpa apresenta cor pérola a amarelada e é bastante consistente. Produzida junto ao mar (litoral de Sintra), em solos arenosos sem porta-enxertos, e em solos argilosos enxertadas, as macieiras são de elevado a médio porte e apresentam bastante vigor. A maturação ocorre durante o mês de setembro e o poder de conservação é elevado.
O Vinagre apresenta uma cor amarelo claro. Este é límpido, com com plantas de Poejo em infusão e o aroma é complexo com notas ácidas a plantas de Poejo e mel. Ao paladar é agridoce com notas agradáveis a mel e plantas de Poejo.
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha
Broa de mel e noz que se apresenta achatada e com cor tostada. Sentem-se frutos secos e as ervas aromáticas. Na sua textura as broas apresentam alguma humidade.
Pequena maçã de Outono obtida a partir da cultivar Bravo derivada da Malus Domestica Bockh, apresentando uma conservação prolongada e sendo particularmente perfumada e sumarenta. Tem uma forma oblongo-cónica, com diâmetro equatorial de cerca de 5 cm, casca esbranquiçada, por vezes com manchas avermelhadas, manchada ou raiada, com carepa na fossa peduncular, de polpa branca, macia, sumarenta e doce. Aroma intenso e agradável.
Doce de fruta, extra, obtido exclusivamente da cozedura do mesocarpo do marmelo com açúcar de cana, branco, refinado e água. Possui consistência sólida, mas não dura, podendo ser cortada à faca, brilho intenso, sabor doce, a marmelo e a açúcar modulados pelo cozimento, e aroma complexo e característico a marmelo, evoluindo para aromas tão diversificados como caramelo, mel, frutos do pomar e flores campestres, resultantes das reacções químicas que ocorrem durante a cozedura da polpa de marmelo na calda de açúcar.
O “canoco de Ul” é um pão de trigo tradicional, produzido com farinha de trigo tipo 80 (sêmea e rolão de trigo), com a forma ovalada, de base plana, por vezes com chanfro na côdea macia e miolo macio e firme com alvéolos de tamanho pequeno. Todo o processo é efectuado de forma tradicional, sendo os canocos cozidos em fornos de lenha.
Azeite de baixa a muito baixa acidez, de cor amarela esverdeada. As variedades de azeitona empregadas no seu fabrico são a Verdeal Transmontana, Madural, Cobrançosa e Cordovil. Tem excelentes características que permitem a sua qualificação como azeite virgem e virgem extra nos termos da Regulamentação Comunitária.