CONCURSOS NACIONAIS DE PRODUTOS TRADICIONAIS
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Os concursos nacionais de produtos tradicionais portugueses são já reconhecidos como um acontecimento relevante para a promoção da excelência e da qualidade.
Folhas secas de lúcia-lima/limonete, para preparação de infusões.
Carne de cor rosada, extremamente tenra, macia, suculenta e muito saborosa, proveniente de ovinos da Raça Churra Galega Mirandesa, abatidos até aos quatro meses e nascidos e criados num sistema de exploração extensiva, tradicional.
Licor artesanal, produzido com ginjas de produção própria - provenientes da Casa de Encosturas - álcool (para não retirar o sabor da fruta) e açúcar. Apresenta aspecto translúcido, brilhante e sabor e aroma bastante acentuados. Teor alcoólico: 21%.
Produto resultante da mistura homogénea do açúcar branco com o mesocarpo cozido de marmelos criteriosamente seleccionados e em pleno estado de maturação e sanidade, colhidos na época própria. Sem corantes nem conservantes. De cor âmbar claro, brilho bastante intenso, consistência firme e cheiro frutado. Apresenta-se em taça de porcelana de 250gr ou 500gr, devidamente fechadas e rotuladas. Também se apresenta em sacos de celofane transparente com cubos embalados individualmente em papel vegetal, perfazendo uma capacidade de 250 gr.
4 Peras Rocha de calibre 45 (mais pequenas e mais doces) envolvidas numa calda de água, açúcar e especiarias. São apresentadas dentro de um frasco de vidro. O seu aroma é frutado com notas de especiarias. O seu sabor é suave e doce, deixando na boca uma sensação de frescura da fruta e uma sensação quente das especiarias.
O vinagre apresenta uma cor amarelo forte, aspecto límpido com pistilos de açafrão em infusão. Tem um aroma complexo com notas ácidas a açafrão. Ao paladar denota-se um sabor agridoce com notas agradáveis a mel e açafrão.
Mel produzido pela abelha Apis mellifera mellifera (sp. Iberica) de cor âmbar claro (< a 5 na escala de Pfung) e com elevado índice de cristalização. Produzido no Nordeste do país, com flora mediterrânica característica da região montanhosa continental, onde predomina o rosmaninho, a urze e a soagem (Lavanda stoechas, Lavandula pardarculata, Genista alba), etc. Teor de pólen de rosmaninho (Lavanda stoecha e Lavanda padarculata) > 15 %, em situação de predominância. Se tiver mais de 35 % de pólen de rosmaninho, pode usar a menção "Mel de Rosmaninho”.
Doce confeccionado com batata doce roxa de Odemira, água, sumo de limão, canela em pau e vagem de baunilha. Tem cor roxo vivo, sabor agradável a batata com notas de canela e baunilha e uma leve fragrãncia a batata a que se aliam os aromas a canela e baunilha
Presunto obtidos a partir de pernis (membros posteriores) de porcos de raça alentejana (exceptuando reprodutores), com regras particulares de maneio, abatidos entre os 12 e os 24 meses, inscritos no Livro Genealógico Português de Suínos - Secção Raça Alentejana. Forma arredondada com courato externo, conservando a extremidade podal (unha). Ao corte apresentam cor vermelho escuro, com infiltração de gordura intramuscular, brilhante, branca-nacarada. Textura pouco fibrosa. Aroma agradável a «montanheira».
Fruto proveniente da macieira (Malus Spp.), variedade bravo. As características edafo-climáticas da região proporcionaram o desenvolvimento de uma maçã Bravo com características diferentes (coloração e dimensões) das obtidas na Beira. É uma maçã média, redonda, achatada, de cor amarela esverdeada, com manchas rosáceas e pedúnculo curto, com cheiro pronunciado, e com sabor acentuado e muito doce. Resulta provavelmente de um cruzamento de maçã Camoesa e de uma Melapio ou afim. O seu calibre varia entre 60 e 70 mm.